Os tumores cerebrais no Brasil apresentam uma incidência de 14,5 em 10.000 cães. A ocorrência é maior em cães de meia idade e idosos, sendo que as raças com encurtamento do nariz (braquicéfalos) como boxer, pug e bulldogs apresentam maior propensão para desenvolver gliomas. O sinal mais evidente da existência de um possível tumor cerebral canino são episódios de convulsão que vão aumentando sua frequência com o passar do tempo. Porém, sinais comportamentais como o andar em círculo, pressionar a cabeça contra objetos e déficit visual e de propriocepção também indicam a existência de uma disfunção cerebral. A sobrevida de um cão diagnosticado com tumor cerebral é de aproximadamente apenas 20 dias. Aqui apresentamos uma possibilidade de terapia, ainda em fase de estudo, realizada por pesquisadores da Universidade de São Paulo. Caso seu pet tenha apresentado esses sintomas ou já tenha sido diagnosticado com tumor cerebral pelo seu veterinário, veja se ele é elegível para participar do projeto e preencha o formulário abaixo.
CRITÉRIOS DE ELIGIBILIDADE
ESPÉCIE
CANINA
ESTA PESQUISA NÃO CONTEMPLA FELINOS OU OUTRAS ESPÉCIES.
DIAGNÓSTICO
TUMOR CEREBRAL PRIMÁRIO
DIAGNÓSTICO COM LAUDO ASSINADO POR UM VETERINÁRIO E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE ALTO CAMPO.
AVALIAÇÃO CLÍNICA
NÃO POSSUIR INFECÇÕES
RESULTADO NEGATIVO PARA INFECÇÕES VIRAIS, BACTERIANAS OU PARASITÁRIAS (INCLUINDO PULGAS E CARRAPATOS).
NÃO TER STATUS EPILETICUS OU CLUSTER
(+3 CRISES EM 24HRS).
CONDIÇÃO CLÍNICA DE SOBREVIVÊNCIA DE NO MÍNIMO 14 DIAS.